08 de Agosto de 2008

opa! começou outra viagem!

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Hoje volto para os dias de migração depois de uma pausa para editar matérias para a Televisión America Latina e fazer o próximo video para o Saia Justa (quarta que vem na GNT!).

Já passei dos quatro meses de estrada e a verdade é que começava a me anestesiar, tipo, “ah, que bonito, ahã, bonito”. Afinal toda semana era uma nova maravilha a ser descoberta. Mas no primeiro “chicken bus” que entrei na Guatemala me deu um clique! Agora começou outra viagem! gritaram meus olhinhos. As mulheres mayas no banco da frente riam com um tempo diferente do meu capixaba/carioca/paulistano.

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Os olhares tinham uma doçura, um quê que já não lembrava. As línguas, 22 incompreensíveis, me faziam sentir meio que na Ásia. Com seus traços orientais indígenas e uma tipo saia comprida e reta de um tecido duro, bem amarrada na cintura, com três voltas de cinta prendendo, apertada mesmo, me faz lembrar o andar de uma chinesa. As blusas (guipil) coloridíssimas, cada vila com seu bordado típico, no meio das paisagens me lembram fotos de plantações do outro lado do mundo. Bonito! Bonito…

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Foram dias de Antigua e de Lago Atitlan. Uma cidade colonial linda cercada por vulcões e um lago azul bem azul com outros três vulcões - são 33 na Guatemala. Deixo algumas fotos para dar um gostinho do que escrevo. Hasta!

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americano do norte, americana do centro

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eu com meu marshmelow (como escreve isso?) vulcânico!

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mickey e as ruinas de antigua (an?)

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jesus, menina maya, ruínas, vulcão e walt disney (an? an?)




comentários dos leitores (5)

  1. Alice

    8 de Agosto de 2008

    amei a foto com o amarelo!

  2.  
  3. Vivien

    8 de Agosto de 2008

    Depois vc explica essa mistureba…rs
    boa “nova” viagem.

  4.  
  5. Olivia Palmito

    11 de Agosto de 2008

    Uma vez conheci um menino na época da faculdade que se chamava Marshmellow ou Marshmawlon, ele era uma graça e tinha esse apelido por que era um doce de pessoa. Hoje ele seria chamado de “fofo” mas naquela época essa expressão não estava em voga.

    Eram outros tempos.

    Dias diferentes de hoje.

    Ele sempre estava disposto a ajudar alguém, emprestar algo, não media esforços e se sacrifícava para fazer com que as pessoas ao seu redor se sentissem bem. Ele amava o próximo e não tinha aprendido isso na igreja. Era da natureza dele, era um fofo mesmo.
    E o amor que ele dispensava sempre era bem retribuído pelos amigos e familiares. O problema eram as garotas.
    Nenhuma namorada era capaz de amá-lo de verdade. Qualquer garota se tornava azeda depois de poucas semanas de relacionamento. Qualquer garota que ele se relacionava tornava-se uma impetuosa arrasadora de corações, no caso, coração.

    Era uma tristeza.

    Eu não acho que ele tinha azar. Era meio que um movimento natural de compensação. Uma amiga minha namorou com ele e veio com aquele papo manjado: “ele daria pra um marido perfeito, mas…”
    E esse “mas” nunca era bem explicado, tinha até um boato que ele tinha o pinto pequeno. Acho que ele se declarava muito rápido, dizia “eu te amo” com muita naturalidade.
    E ele não entendia o que acontecia no fim, onde ele errava. Por que a consciência dele estava sempre tranquila por causa do amor.

    Pobre Marshymmalow, tomara que tenha endurecido sem perder la ternura.

  6.  
  7. taís

    12 de Agosto de 2008

    nossa! guatemala é o lugar, seguro!
    e a babilônia de ícones?! globalização/ sincretismo/ miscelânea/ babilônia… uma loucura!…

    muito bom o post anterior também. história linda a da massagista.

    que bom

  8.  
  9. taís

    12 de Agosto de 2008

    nossa! guatemala é o lugar, seguro!
    e a babilônia de ícones?! globalização/ sincretismo/ miscelânea/ babilônia… uma loucura!…

    muito bom o post anterior também. história linda a da massagista.

    e que bom que voltou a encontrar olhares ternos. não haveria de ser o contrário, já que se trata de uma cultura mais que secular… conte mais!

    beijo grande!

    te amo e boa viagem!

  10.  
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